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Aliança chinesa, emoções envolvendo o SoftBank e decisão a favor da Uber

Semana cheia de acontecimentos, pronto para a nossa news?

Compras e mais compras

A Trigg, fintech de cartões de crédito, acaba de ser vendida para o grupo Omni. Com três anos no mercado, os sócios-fundadores não estarão mais na gestão da empresa e a partir de agora o foco será à holding Seastorm. Vale dizer que a startup fez parte da nossa seleção de 51 Boas Ideias de 2019 e que valores sobre a transação não foram divulgados, mas especulá-se que a operação ficou na casa de 200 milhões de reais.

Quem também desembolsou dinheiro nessa última semana foi a Loft,  a plataforma digital de compra e venda de imóveis anunciou a compra da Spry, startup de soluções de pesquisa.  A  aquisição terá papel fundamental nos próximos passos da empresa, isso porque ela ajudará na coleta e análise de dados de imóveis e possíveis clientes, melhorando e escalonando a companhia em novas cidades e bairros.

Go deeper: Exame | Gazeta do Povo | It Fórum | StarteSe


2x1 nova economia

Overview:  Depois da decisão a favor do Ifood quanto ao vínculo empregatício, agora chegou a vez da Uber. O Tribunal Superior do Trabalho confirmou que não há vínculo entre a Uber e os motoristas parceiros. Segundo o relator da ação, Bruno Medeiros, a autonomia e flexibilidade que o motorista possui não é compatível com vínculos empregatícios. Why it matters: Diante disso, a Loggy ganha mais um aliado na sua ação, já que dentre as três companhias julgadas desse segmento até agora foi a única com resultado contrário. Todos esses processos ainda passarão por outros julgamentos, entretanto a decisão a favor da Uber é mais um passo da nova economia. Go deeper: MobileTime | Brazil Journal



Diversificando o digital

Na última semana o Banco Pan anunciou o lançamento de sua conta digital focada nas classes C, D e E. Além de 100% digital e isenta de tarifas, o aplicativo do banco terá uma plataforma de planejamento financeiro, baseado nas metas e objetivos traçados pelo cliente. O Banco Pan já conta com 4,9 milhões de clientes e pretende atrair muitos outros em sua nova conta digital. Falando ainda em bancos digitais, tivemos também a volta dos que não foram, ou no caso, a ida dos que não vieram. Segundo apurou o Neofeed, o banco digital alemão N26 estaria deixando o Brasil antes mesmo de ser lançado. Em fevereiro do ano passado, o banco postou em seu Twitter a mensagem “See you soon Brazil!”, e em abril o general manager local deu entrevista para a Infomoney dizendo que as operações por aqui começariam ainda em 2019 - o que não aconteceu. Mas aparentemente a matriz desistiu de operar no Brasil e já teria inclusive avisado seus funcionários. Mas não é só o Brasil. O N26 anunciou também que está fechando suas operações no Reino Unido, isso porque possui uma licença para operar como banco na União Europeia e com o Brexit, teria que se aplicar para um novo processo de licença apenas para a terra da rainha.  Go deeper: Suno Research | Seu Dinheiro | Neofeed | TechCrunch | Report Bancos Digitais


Os chineses não estão pra brincadeira

Overview:   Com o objetivo de quebrar o monopólio da Google Play Store, as empresas Huawei, Xiaomi, Oppo e Vivo se juntaram para formar uma aliança chamada Global Developer Service Alliance (GDSA). Juntas elas representam cerca de 40% do mercado mundial de smartphones e terão como objetivo avançar para os países que já conquistaram certa reputação, fornecendo um ambiente em que ambas as companhias consigam compartilhar seus próprios apps ao mesmo tempo. Why it matters: A união é uma resposta às seguidas decisões Americanas contra as ações tecnológicas externas. Historicamente os Estados Unidos sempre dominou a internet mundial, mas a China vem se fortalecendo para essa batalha, elevando cada vez mais as disputas pela internet móvel.   Go deeper: The Brief | TechTudo



Haja coração para SoftBank

Semana passada, o hedge fund Elliot Management conhecido por investimentos em ativos distressed, comprou US$ 2,5 bilhões ou cerca de 3% em participação no SoftBank e já estaria pressionando por mudanças na gestão. Segundo notícias, os executivos do fundo já teriam se encontrado com o fundador do conglomerado, Masayoshi Sun, e outros executivos para falar sobre a governança e a estratégia. E antes do Masa poder respirar, mais uma notícia não muito agradável. A Brandless, startup americana do varejo que havia recebido em 2018 um investimento de US$ 240 milhões do SoftBank totalizando mais de US$ 500 milhões desde a sua fundação em 2017, anunciou que está encerrando suas operações. Apesar de outros fracassos recentes (WeWork?) a startup é a primeira investida do Vision Fund (fundo de US$ 100 bilhões do Softbank) a de fato fechar as portas. Como se não bastasse todas essas emoções no SoftBank, houve também um respiro aliviado. Depois de quase um ano de processo, foi aprovada a venda Sprint para a T-Mobile. A transação faz com que o SoftBank retire de seu caixa uma dívida de US$40 milhões da Sprint. Após a divulgação da notícia a ação do Softbank subiu 14% na Bolsa de Tóquio, elevando o valor de mercado da empresa para US$ 110 bilhões. Go deeper: Brazil Journal | Neofeed | NYTimes | Brazil Journal


Obrigada por chegar até aqui, nos encontramos semana que vem! Até a próxima, Ju

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