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Fish4You: briga no streaming, redes sociais nas eleições e investimentos no transporte coletivo.


Briga no Streaming


Overview: A Disney está para lançar seu novo serviço de streaming no próximo mês nos Estados Unidos, o Disney +. Diante da novidade o grupo proibiu todas as publicidades da concorrente Netflix em suas redes de entretenimento de TV, exceto ESPN. Segundo eles, tal ação foi tomada pois a concorrente não disponibiliza espaço para propagandas dentro de suas plataformas, não havendo assim benefício para ambas as partes. Até agora a Netflix não se pronunciou, mas vale ressaltar que a plataforma gastou U$1,8 bilhão em publicidade em 2018, dos quais US$ 99,2 milhões foram destinados para anúncios na televisão americana.

Na América Latina, o Disney + tem previsão de chegada no final de 2020, enquanto isso, para que os fãs das produções da rede não fiquem sem seus filmes eles estarão disponíveis no Amazon Prime.

Why It Matters: A ação marca mais um capítulo na guerra entre streamings pelos assinantes. À medida que as empresas de mídia tradicionais lançam seus próprios serviços, novas decisões são tomadas para que consigam enfrentar os gigantes já consolidados. Nos próximos anos empresas como Disney, Comcast e a AT&T. devem investir milhões de dólares em publicidade para tentar se firmar no meio.

Ao que parece, o setor caminha para a fragmentação dos conteúdos em diversas plataformas, cada uma com seus conteúdos originais. É a fragmentação da TV por assinatura, não mais em pacotes padronizados, e sim vários planos.

Go deeper: The Wall Streat Jornal // Morning Brew // Exame // TechMundo



Redes sociais e Eleições


Overview: Essa semana, o Whatsapp admitiu, pela primeira vez, o envio ilegal de mensagens em massa nas Eleições brasileiras de 2018, com sistemas automatizados contratados por empresas. O TSE veda o uso de ferramentas de automatização em eleições, como os softwares de disparo em massa, e o próprio whatsapp em seus termos de uso veda a automação e envio massivo.

Why It Matters: Nos últimos, e principalmente após o caso Cambridge Anlytica, esquentou o debate sobre o uso e influência das redes sociais e plataformas de comunicação em campanhas políticas. Apesar das proibições de disparos em massa automatizados e dos esforços para remover notícias falsas da rede, essas são práticas que continuam sendo utilizadas e com impactos relevantes.

Cada vez mais são levantadas questões sobre a responsabilidade das plataformas e a capacidade de coibir o mal uso. Mas o fato é que as redes sociais mudaram a dinâmica dos processos eleitorais, e ainda estamos nos adaptação a essa nova realidade.

Go deeper: Mobile Time // Folha de SP // Techtudo



Buser


Overview: A Buser, startup de fretamento de ônibus, acaba de receber um aporte do Softbank, além dos fundos de investimento Canary, Valor Capital, Monashees e do Grupo Globo. Valores totais não foram anunciados, mas a companhia promete investir nos próximos 12 meses cerca de 300 milhões de reais. No mercado desde 2016 a Buser já transportou 250 mil pessoas em 50 cidades, e o faturamento multiplicou 15 vezes comparado à 2018.

Com o objetivo de conectar pessoas que querem viajar para o mesmo destino com empresas de fretamento executivo, passagens pela Buser podem ficar até 50% mais baratas que as cobradas por empresas tradicionais.

Why It Matters: Tal modelo de negócios vem para revolucionar o transporte coletivo. O serviço incomoda grandes companhias de ônibus, já que suas passagens tendem a ficar mais baratas que as convencionais. Atualmente, devido a uma liminar, a empresa não pode oferecer o serviço de viagem, apenas criar a plataforma para que os próprios usuários montem seus grupos.

Go deeper: Brazil Journal // ComputerWorld // Exame

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